Olá. Posto aqui uma pequena cena de uma micro peça de teatro que escrevi há pouco tempo. Espero que apreciem, ela trata da dualidade da vida e, da esperança. O teatro da vida. Cena1: O pano se abre. Cenário: Um palco frio, sem nada, apenas um pano preto ao fundo. Dois personagens (um homem e uma mulher), (personagem 1) veste-se de preto , (personagem 2) veste-se de branco . Personagem 1 — Porque a vida tem tantas dificuldades? Personagem 2 — Qual seria a graça sem elas? Personagem 1 — Não sei, mas ela podia ser mais direta! Ao menos é o que eu acho, ela é feita de tantas curvas, que acabamos nos perdemos nelas. Personagem 2 —Qual seria a graça sem elas? As curvas? A vida sem curvas não teria graça! Personagem 1 — Você pode ter toda razão, não tinha pensado nisto, mas foram tantas curvas e se curvar em minha vida, que já virou um labirinto! Personagem 2 — Mas que tipo de labirinto? De dores? De amores? Pois amar também é doer, se tu não amas, ou se amas e perde, aí sim é de doer! Person...
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